Quinta, 25 de Julho de 2024
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Política Colniza

Colniza adere a paralização nacional com a participação mais de 250 empresas da cidade

Prossegue a manifestação pacifica em frente ao quartel da Policia Militar em Colniza

07/11/2022 às 15h35
Por: PAULO DE OLIVEIRA RIBEIRO
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Colniza adere a paralização nacional com a participação mais de 250 empresas da cidade

     Nesse dia 7 de novembro de 2022 acontece no Brasil uma grande paralização geral em Pro da Nação Brasileira, um movimento espontâneo que acontece em todo o país, inclusive na cidade de Colniza aonde o povo está concentrado em frente ao quartel da 11ª Companhia Independente de Policia Militar do Estado do Mato Grosso desde o dia 2 de novembro.

     A "grande imprensa" brasileira e parte da imprensa internacional tem classificado esse movimento popular como "anti democrático" e "golpista", porém a atenção mundial tem começado a se voltar para esses "movimentos anti democráticos" com outros olhos , já sendo conhecido internacionalmente como "Primavera Brasileira", uma referencia direta a Primavera Árabe de 2010 que foi uma série de protestos em diversos países árabes do norte da Africa e Oriente Médio que culminaram, entre outros, com a queda do ditador da Líbia Muammar Kadafi.

     Em Colniza houve uma adesão maciça do comercio e das empresas com quase 100% de todas as lojas fechadas após o meio dia, todos os postos de gasolina já estavam fechados desde cedo e a concentração de pessoas vem aumentando a cada hora em frente ao quartel da Policia Militar, sempre de forma pacifica, ordeira e sem vandalismo, a exemplo das manifestações no restante do Brasil.

     Ha muitas incertezas ainda, não existem pronunciamentos oficiais por parte das forças armadas e nem por parte do governo atual, apenas manifestações da imprensa e do futuro governo que insistem em descredibilizar o movimento de todas as maneiras.

     Os militares da ativa simplesmente não podem se manifestar politicamente de forma alguma, por força da constituição e por regimento interno especifico, mas é de conhecimento de que, desde a redemocratização em 1985, os militares evitam envolvimento direto com a politica brasileira e existem oficiais de alta patente na ativa tanto de direita como de esquerda, o que significa que qualquer posicionamento que as forças armadas venham a tomar não será unanime. De qualquer forma os militares serão o fiel da balança nessa crise, praticamente, institucional que o Brasil vive.

 

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